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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Sumerios - Os Anunnakis, Mitologia e História Parte 3 - A Origem do Homo Sapiens, o Pacto de ENLIL e Abraão, Circuncisão, Prepucio ( e suas consequências após a remoção).

ENKI, grande cientista geneticista, ofereceu uma solução. Lembrou que no sudeste africano, vagava um ser “Homo erectus”  compatível com o DNA anunnaki que poderia ser treinado para executar de mineração, desde que a marca dos anunnaki (DNA) pudesse ser colocada nele para obediência, ENKI se referia à uma espécie de hominídeo que tinha evoluído naturalmente na terra, mas que ainda estava num nível evolucionário extremamente primitivo e não obedecia ordens.

ENLIL além de comandante e administrador também tinha profundo conhecimento científicos em engenharia genética, mas fazia uso dos seus conhecimentos somente para a modificação de sementes e grãos de vegetais, mas era totalmente contra a sua aplicação em seres humanos e animais, só tendo permitido as experiências de ENKI porque o ecossistema de Nibiru dependia do sucesso delas.

Em ABZU (na África), ENKI e a rainha dragão Ninti/NIHMAH – extraíram o óvulo de una fêmea primata, fertilizaram in vitru, com o espermatozóide de um macho Anunnaki e implantaram no útero de uma fêmea Anunnaki. O processo foi repetido várias vezes, formando a primeira geração de híbridos humanos na terra, como todo híbrido, era estéreis e sua reprodução era controlada pelos deuses, e a medida que os LULUS (trabalhadores primitivos) foram desenvolvidos e encarregados no trabalhado de mineração na África “os IGIGI Anunnaki” que trabalhavam na Mesopotâmia começaram a invejar os seus colegas e a clamar pela presença de servos humanos naquela região.

Apesar das objecções de ENKI, ENLIL apoderou-se de um grupo de terráqueos/escravos/humanos e os levou para a principal base do Golfo Pérsico – Eridu.

YHWH (ENLIL) tomou o homem e o colocou no jardiim do Éden para cultivar e guardar. Gênesis 2:15

Finalmente Enki e Ninti desenvolveram o modelo perfeito de terráqueo, um macho que foi o primeiro representante da raça adâmica, o macho ADAMU ou ADAPA (Aqueles nascido na terra) possuía alto grau de inteligência obedecia gentilmente a um comando e possuía maior longevidade.

 “ O bebé Adamu tinha cor vermelha no sangue e a pele escura e cabelo preto (raça negra) seu pénis era diferente de um bebé nibirano. O prepúcio e que distingui um anunnaki de um terráqueo – Assim foi ENKI dizendo”.

(zacharia Sitchin 2002, Livro perdido de Enki página 139).

So para acrescentar e repetindo alguns trechos:

" O Gênese diz que ?Deus? (os deuses) criou o primeiro homem, Adão, ?barro? (poeira do chão) e então usaram a costela de Adão para criar Eva, a primeira mulher. Zecharia Sitchin aponta que a tradução de ?barro? (poeira do chão) provêm da palavra hebraica tit (desculpe mãe) e esta mesma origina-se do termo Sumeriano, TI.IT, que significa ?aquilo que está com vida?. Adão não foi criado do barro, mas daquilo que tem vida – células vivas. O termo sumeriano, TI, significa tanto costela como vida e de novo os tradutores fizeram uma escolha errada. Eva (Ela Quem Tem Vida) não foi criada de uma costela, mas daquilo que tem vida – células vivas. O ovo humano para a criação de Lulu/Adão provêm de uma fêmea em Abzu, África, de acordo com os Sumerianos, e descobertas fósseis modernas e pesquisas antropológicas sugerem que o homo sapiens originou-se de fato da África."

Prepúcio

A pele do prepúcio, que costumar a cobrir a cabeça do pénis (glande) é o tecido mais erógeno no terráqueo, e a sua remoção reduz grandemente o prazer sexual para o homem e pode fazer com que o sexo seja doloroso na sua continuidade.

Circuncisão, peritomia ou postectomia é a operação cirúrgica que consiste na remoção do prepúcio, prega cutânea que recobre a glande do pénis. Ela é praticada no planeta numa vasta zona que vai da África subsariana até o Oriente próximo, incluindo  Pérsia, passando pelo Magreb, a Líbia e o Egipto, a Palestina, a Síria, a Arábia e o Iémen. Os turcos são circuncidados assim como os muçulmanos da Ásia menor, os Judeus e Muçulmanos do mundo inteiro são circuncidados, independentemente das suas convicções religiosas, um programa que nem mesmo eles sabem a função.

“Essa remoção e praticada há mais de 5 mil anos determinada por ENLIL á Abraão”. Eis o pacto que faço entre mim e vós e teus descendentes, e que tereis de guardar:

“Todo homem, entre vós, será circuncidado. Cortareis a carne de vosso prepúcio, e isso será o sinal da aliança entre mim e vós. Todo homem, no oitavo dia do seu nascimento, será circuncidado entre vós  nas gerações futuras, tanto o que nascer em casa, como o que comprardes a preço de dinheiro de um estrangeiro qualquer e que não for de tua raça.”

Gênesis 17:10-12





Algumas funções do prepúcio:

1- Proteger a glande de ferir-se por descamação, escoriação, queimadura ou qualquer outra possibilidade de atrito;

2- Impedir a dispareunia (intercurso doloroso) para o homem;

3-  Armazenar feronómios e liberá-los no estado de excitação (um harmónio sexual com capacidade de despertar e atrair o interesse sexual da parceira;

4- Proteger a glande de queimadura por frio, Isto é possível devido a função vascular do prepúcio. O prepúcio e rico em ramificações com sangue que trazem calor aos tecidos da glande;

O objectivo dos deuses em retirar o prepúcio ou o hímen feminino, seria de inibir a pratica sexual por excitação/prazer, evitando assim a procriação e multiplicação da raça humana, muitos humanos:


“Dificuldade de controle de massa”.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Sumerios - Os Anunnakis, Mitologia e História Parte 2 - Aliança hebraica e o ínicio do Monoteísmo

Politeísmo é a crença na pluralidade de deuses, como também o seu culto a crença em um único deus é chamado de Monoteísmo.

Enki decidiu manter o Adapa (Adão) e sua fêmea (Eva), sob sua guarda, quando foram trazidos de volta do planeta Nibiru após uma visita ao deus Anu para averiguar a experiência. Expulsá-los da base Edin (Edén) quando atingirem a maturidade sexual, Enlil ficou transtornado ao descobrir que seu irmão Enki deu poderes de procriação aos humanos, o que estava fora dos planos de Enlil. Deixar a humanidade perecer no dilúvio como uma demonstração de poder sobre a vida e a morte, uma lavagem étnica do senhor da terra Enki que era sempre enaltecido como “Aquele que decide os destinos”.

Assumir para si e seus descendentes a reconstrução da Mesopotâmia, após o dilúvio, já que muitos humanos sobreviveram e poderia a partir dai reinar como gostaria, consolidando sua condição de senhor das antigas nações do Oriente Médio. Passando a borracha nas histórias anteriores, entregou os mandamentos (novas leis) para a nova civilização, mantendo o equilíbrio moral e social da sua nação protegida e garantindo seu poder sobre o todo sempre através do medo e o castigo.

Permitiu que Sodoma e Gomorra fossem destruídas por bombas nucleares, em mais uma disputa com o clã de Enki, o seu filho Marduk. O combate dos hebreus, às formas de adoração aos outros deus Anunnaki (politeísmo) que  não a ele o senhor visando reduzir ao máximo a influência do clã de Enki que ainda era forte no Oriente Médio, costurou uma aliança com a nação hebraica dando início ao berço do cristianismo primitivo. Isso explica porque as duas principais religiões da humanidade, o islamismo e o cristianismo (ambas com raízes hebraicas) adoptaram o conceito de “deus único” e se matam por isso.


Os hebreus que repudiavam o politeísmo egípcio e mesopotâmico, manipularam o conceito dos anunnaki, adotando no singular o termo elohim que é plural “deuses” para se referir à um deus único quando na realidade não existe um deus. Há muita confusão quanto à identificação de quem seria deus e quem seria o senhor nos textos bíblicos e o objectivo é para ser confuso mesmo.


Os semitas foram a nação serviente a Enlil, que, se apresentava para os hebreus como Javé (YHWH) e teria formado uma aliança com esse povo, inclusive tendo-os guiado através do deserto, por 40 anos, em direcção à caxemira, na Índia. Esse longo período no deserto por Enlil foi para garantir a não interferência de outros povos na linhagem genética dos semitas, que eram seus protegidos (enlititas).

A Babilónia atingiu a grandiosidade em seguida foi a vez da Assíria. A suméria não se levantou mais. Porém, numa terra distante, o bastão de seu legado passou das mãos de Abraão e Isaac, seu filho, para a mão de Jacó, aquele cujo o nome foi mudado para Isra-El.



segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Dr. Yosef Ben Jochannan



Resumo da palestra proferida perante membros da Unidade de Minorias Étnicas do Conselho da Grande Londres, em Londres, Inglaterra, durante um congresso acontecido entre 6 e 8 de março de 1986, dirigida principalmente para a comunidade Africana em Londres, constituída por pessoas Africanas do Caribe e da África:

"Primeiro vou manifestar o meu apreço por ter-me aqui, e peço que vocês sigam meticulosamente os meus comentários. Como todos sabem, eu sou conhecido por ser “polêmico” e que é um eufemismo. Não sou considerado “polêmico” porque algo está errado com a minha documentação, mas porque eu desafio a hegemonia ocidental.

A África, como está no rótulo da minha palestra, não pode ser concebida em termos de Adão e Eva, porque muito antes de terem um Adão e Eva havia uma África e povo Africano, com conceitos que existiam antes mesmo de Abraão. Todas as pirâmides de África, não apenas aquelas ainda hoje existentes no Egito, mas as do Sudão e as duas no norte da Etiópia (que os britânicos e da Conferência de Berlim removeram e colocaram no sul do Sudão) foram construídas milhares de anos antes de haver um Adão e uma Eva, mencionados em qualquer lugar do planeta.

Se nós começarmos com o nascimento de Abraão, verificaremos que, há esse tempo, os africanos ao longo do Rio Nilo já estavam em seu décimo terceiro período dinástico, não havia Adão e Eva. Foram os hebreus que lhes deram o conceito de Adão e Eva. A maioria de vocês acredita que esse conceito está baseado em fatos, quando, na verdade, está baseado em teocracia. Para falar da África, se faz necessário rever seu conceito da Virgem Maria e entender que não é nem mais nem menos que uma cópia de Ísis, e seu marido, o Deus Osíris. Você também terá de ir ao Vale do Nilo, aos templos lá e ver que se trata de obras que testemunham épocas passadas milhares de anos antes de qualquer Abadia de Westminster, e, claro, do Vaticano, em Roma.

Vocês podem seguir por todo o vale do Nilo e por outros lugares para conferir a veracidade do que digo. Eu uso o Vale do Nilo, em particular, na medida em que os registros mais antigos do homem ainda estão lá, em termos de monumentos. Naturalmente, há um grande lote de artigos roubado da África aqui em Londres, em Berlim assim como em outros lugares. Seus antepassados deram ao mundo o calendário em 10.000 AC (Antes de Crist o), ou seja, 8000 anos antes de Adão e Eva. Seus antepassados criaram sistemas de datação com base no conhecimento e sua compreensão dos cálculos astronômicos.

É a ciência da astronomia que lhe dá a habilidade de ler calendários. Assim, há 10.000 A.C. o primeiro calendário já estava em uso na África. O prazo é auto-explicativo, o calendário solar que mostram a relação entre a lua e o sol, etc., que nos dá a base do atual calendário, com 364 dias corrigidos a cada ano, ao invés de 365 dias corrigidas a cada quatro anos. E vou dizer outra vez que não havia uma única sociedade européia em existência na época. O primeiro escritor europeu, Homero, não tinha nascido ainda. E quando Homero nasceu e, finalmente, tornou-se alfabetizado graças aos ensinamentos que os africanos lhe deram. Ele também começou a corroborar a prova de que os seus antepassados (honrosa platéia) de que até os deuses da Europa, a Grécia, em particular, que era então chamado Pirro, vieram da Etiópia.
Tenho certeza que aqueles que foram para a faculdade, se não aqui na Inglaterra em outro lugar, sabem ao que estou me referindo: As duas obras de Homero, a Ilíada e a Odisséia, vindas da Europa e da Inglaterra para a civilização.

O Africano ao qual precisamos nos referir é o Africano que levou as pessoas a entender a ciência, medicina, direito, engenharia, etc. É comum nas universidades ocidentais para associar a ciência, e a arte da medicina a um grego chamado Hipócrates. Nós não temos Hipócrates até cerca de 330 A.C. Então, não precisamos de qualquer outro registro além desse para constatar: O que está sendo ensinado nas universidades ocidentais são mentiras.
Alguém tem de perceber que o próprio Hipócrates, no que é chamado o Juramento de Hipócrates, escreveu que ele tinha um deus chamado Esculápio, o nome grego para o Deus Imotep. Imotep havia morrido 2500 anos antes do nascimento de Hipócrates. Imotep é o primeiro conhecido multigênio à parte do que vocês atribuem a Michelangelo. Nós não temos Michelangelo até 1609 e ele não é conhecido até que realizar o trabalho do Papa Júlio II, que encomendou a Michelangelo a pintura do teto da Capela Sistina. Michelangelo usou seu primo e outros parentes como modelos para alguns dos personagens bíblicos que ele pintou. A base da engenharia foi criada por Imotep. Ele criou a primeira estrutura de pedra, usada em uma construção e que permanece ainda hoje em um lugar chamado Sakkara, a cerca de menos de uma hora ao noroeste do que hoje é chamado Cairo. Lá a você vai ver a Grande Loja de

Djoser em Sakkara. Essa moderna estrutura foi construída na Terceira Dinastia, uma vez que o faraó Djoser foi terço da Terceira Dinastia. Imotep foi o homem que nos deu o sofisma “comer, beber e ser feliz para amanhã morreremos".
A primeira universidade do mundo ocidental foi a Universidade de Jenne em Timbuktu. Mas à medida que continuamos, percebemos nas universidades daqui o uso de papel para escrever. Se não fosse o papel os meios de comunicação não seriam o que hoje o são. Mas, no Egito, Sudão e outros lugares, e eu vou lembrar que o Egito ainda está na África, os africanos chegaram a tal grau de avanço tecnológico, que a sua engenharia que desviaram o rio Nilo, constituindo um novo leito em forma de “s” para cortar o fluxo durante o período das cheias, isso há 2.200 A.C., quer dizer, pelo menos 1.400 anos antes do primeiro europeu escrever alguma coisa.

África, Mãe África, como prefiro chamá-la, entendendo-se que os gregos a chamaram “África” em cerca de 500-400 A.C. Eu estou falando sobre o momento em que os primeiros gregos que tinham ido para Pyrrus, que vieram para o Egito através da Leba (agora chamado Líbia) e estabeleceram suas pequenas vilas em um enclave isolado. A África era chamada África muito antes que o continente ser dividido pelos colonialistas. Estou falando de 11,3 ou 11,5 milhões de quilômetros quadrados de terra, onde surgiu o primeiro conceito de um deus e uma deusa. Nut é mostrada como a mãe do céu. Simbolicamente, o Deus Geb, o deus da terra, vivia em uma pequena capela no centro de Hator. A mitologia concebia uma mulher Africana parindo o sol pela manhã, que surgia saído através de sua vagina e recebendo o sol de volta à noite pela sua boca. Isso mostra a rotação do globo terrestre o muito antes de ser concebido um mundo com um começo e um fim. Esses africanos ao longo do Nilo foram aqueles que construíram tudo isso e muito mais. Eles nos deram um deus Osíris, adorado em locais aonde as pessoas iam em peregrinação anual muito antes de existir um muro de lamentações na Palestina ou um mito de um Jesus nascido em Belém, mito esse criado pela Conferência de Bispos de Nicéia, os quais (Bispos) sob as ordenados de Constantino e retiraram o local de nascimento de Jesus de uma caverna na Etiópia para uma manjedoura em Belém"

Biografia:

Dr. Yosef ben-Jochannan é um historiador de Nacionalidade Estadunidense, nascido a 31 de Dezembro de 1918 na cidade de Gondar, Etiópia. Dr. Ben é um conhecido e respeitado estudioso e pesquisador da herança que nos foi deixada pela África Antiga e de como os Europeus se apropriaram dessa cultura e legado.

Educado em Porto Rico, Cuba e Espanha, ganhando títulos em engenharia e antropologia. Em 1938, o Dr. Ben obteve a licenciatura em Engenharia Civil na Universidade de Porto Rico e em 1939 um mestrado em arquitetura Engenharia da Universidade de Havana, Cuba. Ele recebeu doutorado em Antropologia Cultural e História moura da Universidade de Havana e Universidade de Barcelona, Espanha.

Fluente em Inglês, Espanhol, Português, Italiano e Árabe. Ele tem um conhecimento de leitura de grego antigo e de hieróglifos antigos e egípcios.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Mente Livre


Se a humanidade se tornasse sábia e conhecedora de sua verdadeira essência, quem os controlaria?


Estamos a viver uma história completamente entravada, distorcida e manipulada. Não conseguimos entender a nossa existência. Nascemos e já somos inseridos no sistema, Sistema esse que nos educa, ensina e nos molda para vida. E isso é o que forma, que cria e estabelece a nossa realidade, nossos paradigmas. Tudo que para nós é real. Se baseia da percepção dos nossos 5 sentidos. Usamos apenas um lado do cérebro,  o lado esquerdo que é o lado da razão, da lógica, da matemática, porem não usamos o lado direito que é o lado da criatividade, da arte e da intuição. Esse lado direito é o lado que nos conecta ao cosmos, ao Universo, nos conecta nas possibilidades infinitas, nos conecta a sabedoria da criação.

Nosso quotidiano é tão regrado em estabelecer um padrão de vida alicerçado na busca de dinheiro, que esquecemos completamente da nossa natureza. Somos cada vez mais incompletos e não encontramos respostas equilibradas ou compatíveis, pois nosso ego está sempre em primeiro lugar. Dessa forma encontramos uma falsa felicidade que só poderá nos dar uma falsa sensação de felicidade.
Podemos comparar isso ao viciado que está sempre obcecado no seu objectivo de conseguir  a sua próxima dose, o que lhe proporcionará seu alívio. A realidade é que perdemos a nossa essência e o sentido do propósito de estarmos vivos. Agimos como robôs. Nos concentramos em coisas superficiais. Criamos necessidades artificiais e o pior disso é que nem notamos.
O sistema rege nossas vidas que só e o que é, porque acreditamos que tem que ser assim. Somos como computadores com um sistema operacional instalado em nossos cérebros que segue suas directrizes. 

O conhecimento molda a consciência que por sua vez, é adquirida através das experiências, e delas podemos buscar a evolução, nosso melhoramento, nossa felicidade, nossa auto-realização.